Um jogo clássico de dedução lógica. Ganha o primeiro a desvendar o seu código secreto.

Todos nós já experimentámos o prazer de pegar numa caneta e tentar resolver os problemas impressos no jornal, como o Sodoku, as palavras cruzadas ou os jogos matemáticos. Há quem diga que o objectivo é raciocinar e manter o cérebro bem oleado. De facto, dificilmente haverá um médico que duvide dos benefícios desta prática. Outros dirão que é o orgulho que nos move e que não há melhor sentimento do que deixar o jornal escancarado em cima da mesa, para que todos os familiares ou amigos percebam que afinal não somos nenhumas cavalgaduras.
Mas nós achamos que é por uma outra razão: o que nos move a avançar de caneta em riste para este tipo de passatempos é o romantismo associado ao trabalho progressivo de preenchimento do espaços em branco, é o gozo que nos dá preencher uma linha, completar uma coluna e passo a passo acabar por resolver o enigma na sua totalidade.
E é disto mesmo que se trata quando se joga Tricoda. Criado por Alex Randolph e Robert Abbott, dois dos maiores criadores de jogos dos anos 70, Tricoda tornou-se num clássico dos jogos de lógica e dedução.
Cada jogador tem um código secreto que não vê; apenas vê o código dos seus adversários. Através de respostas a perguntas como “em quantos códigos a soma é superior a 12?” ou “em quantos códigos há pelo menos 2 algarismos idênticos?”, cada jogador vai juntando pistas que lhe permitirão desvendar o seu código secreto.
Com Tricoda vai mesmo sentir o seu cérebro a deitar fumo, mas no bom sentido, porque também não gostamos que os nossos amigos queimem os fusíveis.
Criado por Alex Randolph e Robert Abbott